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segunda-feira, 12 de abril de 2021

PACIÊNCIA, GENTILEZA E DIPLOMACIA


Vila das Furnas, São Miguel, Açores
  
 Devemos desenvolver em nós as qualidades da paciência, da gentileza, da compaixão e da diplomacia também!
No contexto que vivenciamos atualmente, cansa-me a crítica, o julgamento, os comentários ofensivos e o culpabilizar os outros!
Todos queremos ultrapassar esta situação, diferente daquilo que estamos habituados e daquilo que esperávamos, mas penso que a melhor maneira de lidar com esta realidade é ser paciente, gentil, ter compaixão pelo próximo e usar a diplomacia nas relações interpessoais.
Com assertividade, saberemos ser diplomáticos com os outros, distinguir quando é o momento de colocar a nossa voz ou permanecer em silêncio!
Aconselhar é diferente de criticar ou julgar!
Tenho passado horas a fio sozinha, observando e, calada vou caminhando com esperança no futuro próximo!
Dizem que estamos a ser preparados para um mundo diferente e melhor, eu acredito!
Mas todos precisamos contribuir com a nossa parte, a vida é como a terra que semeamos, nós colhemos o que plantamos. 

Desejo a todos uma semana abençoada!
Haja saúde!

Micaela
 

quinta-feira, 4 de junho de 2020

A paz está aqui!

O outro dia sai de casa para passear sem destino! Fui conduzindo e cheguei até à Lagoa das Furnas, o dia estava lindo! Eu e a minha filha aproveitamos para caminhar um pouco ao longo da lagoa!
Adoro sentir a natureza e sentir a paz!
A minha ilha voltou a ser a minha ilha, da minha infância e da minha juventude!
Tenho de confessar que desde que os Açores começaram a ser descobertos ao mundo senti que perdi qualidade de vida! Eu sei, o turismo tem as suas vantagens, tem sido bom para a economia, para o desenvolvimento e criou muitos postos de trabalho, eu até gosto do desenvolvimento, é bom ver que pessoas de outros países apreciam e nossa terra e acho que têm todo o direito de conhecer e usufruir de tudo o que ela tem para oferecer.
Mas também tenho direito ao meu desabafo, há anos atrás quando eu ia com os meus amigos à Poça da Beija, às vezes éramos os únicos, quando íamos às Sete Cidades a vista era só nossa, o ano passado fui lá, tinha tantos carros, autocarros de turistas! 
Agora para onde eu vá, não tenho sitio para estacionar, tem sempre tanta gente por todo o lado. 
Tenho saudades do tempo em que a ilha era só minha! 
Neste dia senti isso, a paz, a privacidade, o silencio! 

A caminho das Furnas a viagem de carro é assim, pastos, vacas e céu azul!




 Já na Lagoa! Sentem o sossego?





Parei no inicio da Lagoa apenas para caminhar, apanhar sol e sentir o ar puro! 
Do outro lado da Lagoa, é onde fazem os famosos cozidos à portuguesa nas caldeiras, buracos nos chão!
Mais tarde, posso partilhar aqui!
Quero apenas esclarecer que este meu desabado significa que sou contra que visitem a mina ilha! São sempre todos bem vindos e sou muito vaidosa do meu cantinho! A minha ilha de São Miguel!

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Desembrulhar o Dom

Eu acredito ser fundamental para todas as pessoas fazer aquilo que realmente gosta. Parece-me que a maioria das pessoas não se sente realizada com o seu trabalho e tenho questionado porque isto acontece e o que cada um pode fazer para mudar esta realidade.
Eu reconheço que as oportunidades não são iguais para todos e devido às circunstâncias muitas vezes o conformismo leva ao comodismo e o mais fácil acaba por ser desistir dos sonhos.
Mas também penso que há falta de introspecção, falta de reconhecimento por parte das pessoas acerca das suas qualidades e aptidões. 
Para ser sincera, também considero haver muito engano, pois há profissões e cargos mais prestigiados, com mais reconhecimento social e mais bem remunerados e por este motivo mais procurados, mais disputados e mais competitivos. Mas não é isto que importa, o que importa é acordar de manhã satisfeito e à noite deitar a cabeça na almofada em paz.

Eu acredito que a sociedade seria muito melhor com pessoas mais felizes e realizadas, com cada um a desempenhar o seu papel contribuindo com o seu melhor.






Sabemos que a vida em si própria é um Dom que chega até nós envolto num belo papel de embrulho. Por vezes, porém, concentramo-nos de tal modo no brilho do papel de embrulho que nunca passamos da superfície. Nunca desembrulhamos. Nunca exploramos as profundezas daquilo que é vida.  Precisamos de desembrulhar os dons que a vida nos oferece e descobrir verdadeiramente o que há dentro de nós.

OSHO